Óculos realidade virtual: o que é e curiosidades

Quem não gostaria de sair da realidade usando óculos?

Há anos atrás isso nunca seria imaginável, mas cada vez mais essa tecnologia está se tornando real e fazendo parte do dia a dia de muitos usuários.

Como funcionam esses óculos para criar a tal realidade virtual? (também conhecidos como VR, na sigla em inglês)

A tecnologia dos óculos realidade virtual é capaz de simular um ambiente e com uma grande capacidade de imersão. Na maioria dos casos, são utilizados um ou dois displays por olho, onde você vê duas imagens como se fossem uma só.

Em alguns deles, é utilizado o sistema de som binaural, que é um som mais nítido e tridimensional, o que ajuda a aumentar a concentração ao utilizar os óculos virtuais. O adereço é diferenciado por três tipos: cardboard, high experience e gamers.

Separamos algumas curiosidades sobre os óculos de realidade virtual para você ficar mais por dentro do que promete ser o futuro:

Primeiro óculos virtual; Foi criado em 1961, Comeau & Bryan, dois engenheiros da Philco Corporation desenvolveram o primeiro percursor para o HMD como o conhecemos hoje. O Headsight, como foi chamado, incorporava um ecrã de vídeo para cada olho, e um sistema de rastreamento de movimento ligado a uma câmera de circuito fechado. Desde então a tecnologia foi evoluindo cada vez mais nas décadas seguintes.

Uma das principais características que são analisadas pelos usuários é o conforto dos óculos, segundo relatos, isso que influência o tempo de uso do material. Outras características a serem analisadas ao comprar seus óculos de realidade virtual são: a qualidade da lente e a tela, pois são elas que irão contribuir para sua imersão.

Além de ser muito utilizado por gamers, os óculos virtuais já estão ajudando na área da medicina. Fobias estão sendo tratadas em ambientes virtuais, práticas que estão trazendo resultados positivos.

Evite usar os óculos virtuais em excesso, pois a visão não está acostumada com as telas bem próximas da vista. Faça intervalos de 20 segundos, de pelo menos 20 em 20 minutos.

Texto inspirado na publicação: http://web.tecnico.ulisboa.pt/ist182015/cmul/index.html

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